Autor: Clodoval de Barros Pereira
As mulheres bonitas parecem não ter paz, todo mundo quer ficar perto delas. E Vicentina jamais seria exceção. Corpo esbelto, rosto angelical e um olhar que ao misturar-se ao sorriso derramava tanta ternura que alumbrava qualquer vivente. Ainda não me esqueci do dia que, casualmente, nos conhecemos. E deve ter sido a mistura desse olhar com esse sorriso que me deixou inebriado, ao sentir sua mão firme apertando a minha enquanto sua voz melodiosa se fazia apresentar:
– Eu sou Vicentina.
– Oh, Vicentina, eu sou Chicau.