Um dia, a tristeza

Comentário: Clodoval de Barros Pereira

Vou postar um poema que vem após esse comentário, quem o escreveu foi Antônio de Barros Pereira, chamado carinhosamente de Toinho. Esse poeta era meu tio e irmão do meu pai José de Barros Pereira a quem chamavam de Zeca. Devo acrescentar que da verve de Toinho saíram belos poemas que falavam da dureza da vida e da beleza do amor. E como a maioria dos poetas, era um homem apaixonado e ai de quem não o é… Infelizmente toda a sua criação foi destruída e a humanidade perdeu de beber na fonte da sabedoria de um homem de poucas letras, porém de muito saber.

post31-01
Toinho Barros

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Inesquecível Rômulo

Autor: Mário de Barros Pereira

Ao inesquecível Rômulo Ramalho com a eterna saudade do seu avô.

     Você fugiu da vida como se ela fosse somente sua; como se ela não pertencesse também a outras pessoas que tanto lhe amavam e continuam lhe amando e que necessitavam do se convívio.

     Você, com seu espírito alegre, vivendo intensamente, com a mente sadia e a alma cheia de sonhos, transmitindo alegria e entusiasmo a todos nós.

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Pedro, o seresteiro encantador

A matéria que posto abaixo é de autoria do meu Tio Mário, poeta e cronista dos melhores. Ele escreveu um poema dedicado ao seu irmão Pedro de Barros Pereira um jovem boêmio que muito cedo foi arrebatado das serenatas que se estendiam até o amanhecer. Eis o que o poeta disse sobre o mano, o mano a quem muito queria bem:

Autor: Mário de Barros Pereira

post29-01
Pedro (de gravata borboleta) e o irmão, Mário

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Sonetos de Milton Alves de Sousa

Autor: Clodoval de Barros Pereira

     Como afirmei em Carta ao Leitor que postaria neste BLOG tudo o que fosse bom e servisse para dar ênfase às coisas boas da vida, vou postar alguns dos sonetos do pernambucano Milton Alves de Sousa por conterem mensagem, serem tecnicamente perfeitos e temperados com poesia, ingrediente que dá alma ao verso.

     Quero deixar claro que o Milton não me autorizou que falasse sobre ele nem que publicasse seus poemas, porém, como sou ousado, não costumo perguntar as pessoas o que devo fazer quando tomo uma iniciativa. Se exagerar no meu intento, respondo pelos excessos e se condenado expio sem reclamação, desde que a pena seja justa.

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